ETFs
Porque é que a base da minha carteira são ETFs
João Prima · 24 de setembro de 2026 · 7 min de leitura
Quando comecei a investir, achava que precisava de encontrar a próxima grande ação. Hoje, a maior parte do meu património está em ETFs globais de baixo custo — e é precisamente isso que me permite dormir descansado.
Um ETF replica um índice inteiro. Em vez de apostar numa empresa, fica exposto a milhares. O custo anual (TER) de muitos ETFs globais está abaixo de 0,25%, uma fração do que cobra um fundo tradicional em Portugal.
A regra que sigo: 80% em ETFs de acumulação, investidos todos os meses, independentemente do que dizem as notícias. Os restantes 20% são para convicções pessoais em ações individuais.
Na newsletter explico todos os meses o que comprei, porquê, e como está a evoluir a carteira.
Aviso importante
Os conteúdos publicados neste site são exclusivamente educativos e informativos. Não constituem aconselhamento financeiro nem uma recomendação de compra ou venda de quaisquer instrumentos financeiros. Investir envolve risco de perda de capital. Antes de investir, avalie os seus conhecimentos e objetivos — e, se necessário, procure aconselhamento profissional independente.
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